Algumas ações da Apeti na linha do tempo

 

2002


 No final de 2002, um grupo de empresários se reuniu com um objetivo comum: a criação de um condomínio de empresas de TI: O Centro Tecnológico de Rio Preto - CTRP.

 

 

A finalidade era de concentrar as empresas de TI em um mesmo local, provocando a sinergia entre estas, dividindo despesas e dando visibilidade a este setor de atividade ainda insipiente. O projeto ganhou corpo e a adesão de 15 empresas de TI.

 

Estas empresas se quotizaram por anos e encomendaram um projeto arquitetônico ousado. Uma área de 10 mil metros quadrados pertencente à prefeitura de Rio Preto chegou a ser adquirida.

 

Nos anos que se seguiram, decidiu-se pela não construção do CTRP para que todo o investimento fosse canalizado quando do surgimento do Parque Tecnológico na cidade - Projeto que a Apeti vinha trabalhando com a prefeitura.

 

Portanto, pode-se dizer, que o Parque Tecnológico em sua essência e finalidade, começou a nascer com o projeto do CTRP. 

 

2003

 

  Fundação da Apeti: A Apeti surgiu por iniciativa do mesmo grupo de empresários do setor de TI que formaram o CTRP - Centro Tecnológico de Rio Preto.



Das reuniões desse grupo, além das afinidades, dificuldades e soluções  em comum, foi crescendo a necessidade de consolidar, ampliar a participação e dar representatividade às empresas do setor. Desse movimento  surgiu  em  setembro  de 2003 a Apeti - Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação.

 

 

 Ainda em 2003, foi realizada a primeira pesquisa de mercado do setor de TI em São José do Rio Preto. Foram parceiros nesta iniciativa: Apeti/Sebrae/Prefeitura/Fatec/Faperp - 36 empresas participaram, mas estimava-se que houvessem cerca de 70 empresas de TI na cidade. 

 

2004


 Assinatura do Termo de Cooperação Técnica: Cumprindo o seu papel de aglutinar todos os atores envolvidos no crescimento da cidade e do setor de TI em nossa região, em 2004 a Apeti promoveu a assinatura do Termo de Cooperação Técnica,  onde todas as entidades envolvidas, se comprometiam a utilizarem conjuntamente suas potencialidades para viabilizar e consolidar São José do Rio Preto como um polo tecnológico.


 

Nessa ação inédita até então, assinaram ao Termo: Apeti, CTRP, Prefeitura, Ciesp, Acirp, Fatec, Unirp, Unorp e Senac. Num segundo momento também se juntaram ao ato: Unesp e Faperpe.


2005

 

 Redução da carga Tributária: Até 2005, as empresas de TI instaladas na cidade recolhiam a alíquota de 3% de ISSQN - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza. Num trabalho conjunto com a Prefeitura, foi aprovada a Lei Municipal 178/2013, que reduziu esse índice para 2,01%. O resultado, além da evidente redução nos encargos das empresas locais, serviu para atração e a criação de novas empresas na cidade, o aumento da oferta de vagas de emprego e, consequentemente, o aumento na arrecadação no município.

(Esta conquista nos foi retirada em 2015 quando o prefeito Valdomiro Lopes, sem maiores explicações e em vias da inauguração do Parque Tecnológico, revogou o desconto concedido às empresas de TI - Esta pauta voltou a ser uma das bandeiras da Apeti)  

 

 A  Apeti recebe do Ministério da Justiça a qualificação como OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. 

 

2006


 A Apeti e parceiros promovem o Primeiro Congresso de Informática em São JOsé do Rio Preto.

 

 A Apeti se credencia como Agente Softex na região: Em 2006, a Apeti torna-se o primeiro Agente Softex - Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, do interior do estado.



Desde então, uma série de eventos, treinamentos, cursos e iniciativas foram realizadas na cidade com esta chancela: Programa MPS.br; GPO – Gestão de Processos Organizacionais; Seminário de Funding e Projetos de Financiamento; Programa TI de Impacto; Captação de recursos em TI;  Fórum de Empreendedorismo e consultorias nas empresas associadas.

 

Sobre a Softex: A Softex é gestora do Programa para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, considerado prioritário pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). É uma OSCIP que tem como objetivo executar atividades de apoio, desenvolvimento, promoção e fomento para a Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI, sempre pautada pelas diretrizes: disseminação e auxílio à implantação das melhores práticas em desenvolvimento de software e gestão empresarial, capacitação de RH para o setor; auxílio à obtenção de recursos financeiros; produção e disseminação de informações qualificadas sobre e a indústria brasileira de software e serviços de TI; apoio ao empreendedorismo e à inovação; formulação de políticas de interesse do setor; e apoio à criação de negócios tanto no Brasil como no exterior. O “Sistema SOFTEX” reúne mais de 2.000 empresas de todo o território nacional e é integrado por uma rede de 21 Agentes regionais. A SOFTEX conta com o apoio institucional, técnico e financeiro de:  ABES, ABDI, Abinee, Abragames, Abvcap, Apex-Brasil, Anprotec, Assespro, BID, BNDES, Brasscom, CNI-SESI-SENAI, CNPq, Embrapa, Fenadados, Fenainfo, Finep, Frente Parlamentar de Informática, IBGE, INPI, SBC, Sebrae,  Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério da Cultura (MinC), Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ministério das Relações Exteriores (MRE) e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

 

 Programa MPS.br - Melhoria de Processo do Software Brasileiro: Já como Agente Softex a Apeti promoveu em 2006, numa parceria envolvendo a Apeti, a Softex, o Sebrae e o Senac, o Programa MPS.br em Rio Preto. O Programa começou com 16 empresas, mas chegou a 23 empresas atendidas e com mais de 70 profissionais envolvidos.

                                                                 

O programa desenvolvido pela Softex simplifica o processo de certificação às normas internacionais (ISO/IEC 12207 e ISO/IEC 15504 e compatível com o CMMI) sendo ideal para as micro, pequenas e médias empresas. Nesta parceria o Sebrae, através do SebraeTec, arcava com 80% dos custos do programa e as empresas com 20%.

 

Este programa representou um divisor de águas para as empresas de TI locais, promovendo um salto de qualidade e colocando as empresas participantes num patamar superior.

  

 Projeto Pescar - Unidade de São José do Rio Preto: O Projeto Pescar é uma franquia social iniciada no Rio Grande do Sul e consiste em formar jovens, que estejam cursando o ensino médio e apresentem risco ou vulnerabilidade social, e prepara-los para o primeiro emprego cuidando de sua inserção no mercado de trabalho.



Além da gratuidade do curso, os jovens recebem material didático, transporte, alimentação, uniforme, seguro de vida em grupo e o encaminhamento e monitoramento do primeiro emprego.  Hoje, em sua 10ª. turma, teremos mais de 170 jovens formados.  A Apeti toca este projeto, com o apoio de doações de empresas, profissionais voluntários e apoio da Fatec, que recebe esses alunos em suas instalações. 


2007

 

 Laboratório de Informática Apeti: Em uma parceria da Apeti com a Empro, a AMD, a Microsoft e com o apoio da Fatec, que cedeu suas instalações, foi inaugurado em 2007 o Laboratório Apeti.


Desde então, este laboratório foi usado em treinamentos, cursos, palestras técnicas, testes de software e, mais recentemente, pelos alunos do Projeto Pescar. 

 

 

 Em 2007, após ter consolidado Rio Preto como um Polo Tecnológico, o passo seguinte foi a inclusão da cidade no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos

  

O papel e participação da Apeti em todas as reuniões de trabalho foram fundamentais para o sucesso dessa iniciativa. Representantes da entidade realizaram inúmeras viagens para São Paulo e Brasília na busca de apoio para, finalmente, conseguirmos a indicação.


No documento da candidatura de Rio Preto encaminhado ao Governo do Estado, a menção da existência da Apeti na cidade foi utilizada como fator comprobatório de uma cultura tecnológica local.


 Centro de Inovação: Numa parceria da Apeti/Senac/Microsoft, em 2007, a Apeti inaugura o MIC - Microsoft  Innovation Center.


 

O MIC, que funciona dentro do Senac de Rio Preto, vem desenvolvendo importantes trabalhos de capacitação de profissionais em tecnologia Microsoft. O programa S2B - Students to Business é um bom exemplo dessa atividade. O S2B é totalmente gratuito e objetiva qualificar e colaborar com os estudantes para que desenvolvam suas competências e habilidades em áreas específicas de TI, aproximando-os do mercado de trabalho. Esses estudantes são frequente absorvidos pelas empresas locais. 


O MIC também oferece outras formas de atuação para promover e estimular a adoção de novas tecnologias, como o Innovation Labs, workshops, células de desenvolvimento,  PoC - Provas de Conceito, etc.

 

2008

 

 A Apeti recebe o título de Entidade de Utilidade Pública Municipal

 

 Parcerias com associações de TI da região: Esta iniciativa, que teve início em 2008 e que existente até hoje, fortalece o setor, aumenta nossa representatividade e permite, entre outros, a realização de eventos conjuntos, a troca de informações, o compartilhamento de resultados e experiências comuns, além da disponibilização para os associados, de outros treinamentos e eventos realizados por outras associações.

 

 

Entre as associações de TI que a Apeti mantem parceria estão: PISO - Polo Industrial de Software (Ribeirão Preto), CTRA - Centro Tecnológico de Araçatuba e Região, ASSERTI - Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação (Marília), além da APL de Presidente Prudente.

  

 A Apeti se torna “Network Partner” para o programa Microsoft BizSpark: Em parceria com o Centro de Inovação Microsoft, o Microsoft BizSpark, é um programa global concebido para acelerar Startups, disponibilizando gratuitamente licenças de software, suporte e visibilidade às pequenas empresas. Podem participar empresas com faturamento inferior a dois milhões/ano e com menos de três anos de vida. 

Com o cadastramento feito pelo site e aprovado pela Apeti, as empresas participantes do programa podem baixar até 25 licenças de cada produto Microsoft para o desenvolvimento de suas soluções, produtos ou serviços. 

 

 Apeti participa e convoca as empresas associadas a participarem do SIBSS - Sistema de Informação da Industria Brasileira de Software e Serviços. Este levantamento de informações coordenado pelo Softex, é fundamental para conhecermos a industria brasileira de software, além de servir para nortear ações, estratégias, programas e eventos para o setor.

 

2009


 O crescimento do setor de Tecnologia da Informação em toda a região recebe destaque na mídia e a Apeti se torna referência e modelo de associativismo.


Empresários e acadêmicos de outras cidades do interior procuram a Apeti para conhecer suas iniciativas, ações, eventos e resultados obtidos para adotarem em suas regiões - Dessas reuniões surgirão outras associações de TI.


 

 
 Os eventos da Apeti atingem superlotação: Eventos mensais da Apeti, como o Happy Hour, passam a ter grande procura não somente pelo network típico do evento, como também pelo conteúdo apresentado e a sinergia entre os participantes.

 

 Inúmeros eventos e palestras são promovidos pela Apeti buscando o desenvolvimento regional, o aperfeiçõamento das empresas e a busca de novas possibilidades e mercados. Um bom exemplo disso foi a relização do ENCOMEX - Encontro de Comércio Exterior e o Mundo Digital - Ambos em parceria com Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município.


Foram eventos, promovidos  pelo MDIC - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que procura difundir e esclarecer aos empresários as vantagens e oportunidades existentes na exportação, já não eram realizados na cidade desde 2002 - Diversas empresas de TI participaram como expositores.


  

 As primeiras empresas associadas da Apeti conseguem a certificação MPS.br (Melhoria do Processo de Qualidade do Software Brasileiro)

 

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Tel. (17) 98211-0045

  Apeti - Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação
Av. João Batista Vetorazzo, 805 - BOX 11C - Dist. Ind. Waldemar de Oliveira Verdi
CEP.: 15035-470  |  São José do Rio Preto/SP  |  Email: apeti@apeti.org.br
 

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